• Dr. Rodrigo Tanus

A democratização do acesso à saúde que as healthtechs trazem

Grande parte das inúmeras dificuldades que os sistemas de saúde vivenciam atualmente, seria o acesso, a porta de entrada. Podemos considerar que as mais comuns são unidades de pronto atendimento, ambulatórios e muitas vezes os próprios hospitais. Além da dificuldade relacionada ao custo, quando falamos de saúde privada ou suplementar, essas portas de entrada trazem uma abordagem muito episódica, ou seja, baseado simplesmente nas queixas que pacientes apresentam no momento. Não há uma abordagem tão contextual, relacionado ao estilo de vida, fatores de risco, comorbidades prévias, etc. Outra grande falha neste ponto, seria toda a continuidade do cuidado, que deveria ser abordado, além da continuidade da informação, para que haja de fato um foco em resultado clínico.

Identificando que existe uma grande descoordenação na entrada dos sistemas, bem como fragmentação dos cuidados, as healthtechs mapearam essa “dor”, gerando indicadores e pontos de grande falha nesta execução, e trouxeram suas soluções, que através de meios tecnológicos, busca promover a integralidade da informação e cuidados. Quando organizam desta maneira, conseguem evitar, desperdícios, redundâncias e focam de fato em resolver as demandas com maior precisão.

A grande consequência dessa abordagem é que conseguiram trazer uma relação de melhor custo-efetividade, com importante redução de custos principalmente nos serviços assistências, e ao mesmo tempo dando sequencia nos cuidados, de maneira contínua, evitando maiores consequências como eventos agudos, cirurgias evitáveis, entre outros.

Este ainda é um caminho longo, mas que realmente já está sendo percorrido e validado por essas iniciativas.

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